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Mostrando postagens de Julho, 2015

Jesus e os pecadores

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Jesus era amigo dos pecadores.
Quando Mateus lhe deu um banquete, ele e seus discípulos não se recusaram a participar.
E o texto de Mateus 9 diz que tais pecadores ficavam a vontade na presença de Jesus.

Quão bom e quão suave que os irmãos vivam em união

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A comunidade é lugar de benção, lugar de alegria, lugar em que os irmãos devem buscar viver em união.
Por isso, quando você folheia as páginas do novo testamento, é possível ver tantas vezes o termo "uns aos outros".
Nós somos convidados a amarmos uns aos outros, orarmos uns pelos outros, confessar nossos pecados uns aos outros, partilhar nossas necessidades uns para com os outros.

A lista é infinita!
Por isso, não é possível um cristianismo solitário, isolado, fechado em torno de si mesmo!
Faça da tua comunidade um lugar bom, de convivência verdadeiramente fraterna.
E assim, será realmente muito bom e suave!
A vida já é verdadeiramente pesada muitas vezes! A união entre os irmãos tem que ser suave!

Um novo mandamento vos dou

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Um cristão não é reconhecido pelo tipo de roupa que usa, pelas suas doutrinas, ou pelas causas que defende.
Jesus disse que os seus discípulos seriam reconhecidos como discípulos pelo amor que expressassem uns pelos outros. 
E porque tal mandamento é novo? Ele não existia no Antigo Testamento?
Ele é novo porque o próprio Jesus se coloca como o modelo para tal amor. Ele disse: "amar como EU" vos amei!
Ou seja, não é mais parar amar o próximo como A MIM MESMO. Mas sim, AMAR COMO ELE AMOU.
E é assim que devemos amar uns aos outros, sob pena de não sermos reconhecidos como discípulos de Cristo.
E como foi que Cristo amou?
Ele amou dando a vida pelos seus discípulos.
E o que é dar a vida?
Não é somente morrer em favor de alguém, porém, dedicar-se a ela.
É assim que devemos amar os nossos irmãos para sermos reconhecidos como discípulos.

A raiz de todos os males

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É difícil entender porque o apóstolo Paulo nos diz que “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”.
Isso porque parecem existir muitos pecados que não tem origem necessariamente no amor ao dinheiro, pelo menos não diretamente.
Por exemplo, uma criança desobediente aos seus pais, um homem que comete adultério, alguém de uma religião idólatra.
Algo que parece que o dinheiro dá a quem o possui é uma sensação de total liberdade, independência e poder. E, se pararmos para analisar, não foi esse o pecado do primeiro homem?
Logo, o amor ao dinheiro parece reproduzir as mesmas tendências do primeiro ser humano: ser como Deus, ter uma independência do Criador. Além do que, isso confirma cabalmente as palavras do nosso Senhor que chamou o dinheiro de Mamon, um tipo de deus rival.

O martírio de João Batista

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